27 de mar. de 2008

Estrada animal

Jegue caminha calmamente em companhia de sua companheira na rodovia BA 026 que liga Santo Amaro a Cahoeira, no Recôncavo baiano. Quem vê esses animais tão inocentes não imagina o perigo que eles representam para os motoristas que trafegam por essa estrada.

24 de mar. de 2008

Sexta de fé e devoção


Centenas de pessoas acompanharam a procissão do Senhor Morto, na Sexta-Feira Santa, na cidade de Cruz das Almas, a 147 quilômetros de Salvador. A cerimônia que marca a morte e o sepultamento de Jesus Cristo percorreu as principais ruas do município. Nem mesmo as chuvas atrapalharam o evento religioso. No dia seguinte, milhares de outras pessoas desfrutaram dos shows de Vanessa da Mata, Estakazero, Santana entre outros. A páscoa agradou a grego e troianos, perpassando o sagrado e o profano. Que venha agora os santos juninos.

Dragão na Toca do Leão

Ontem à tarde foi a festa dos bichos no Barradão. Deu de tudo: leão, bode e até um dragão. Quem saiu de lá feliz foi a namorada do Rodrigão.

Foto: Diego Mascarenhas.

14 de mar. de 2008

Fim de semana


É sexta feira. Início do fim de semana. Nesse clima quente da capital baiana nada melhor que uma praia para refrescar e relaxar. Uma cervejinha gelada, um banho de mar e uma boa conversa com os amigos. Melhor ainda se for na Ribeira, no Bombar, estabelecimento do proprietário fantasma desse blog, Diego Mascarenhas. Pela propaganda vou ganhar um tira gosto de frutos do mar.

Foto: Diego Mascarenhas.

Fusca porreta


A paixão pelo Vitória é tanta que nem o pobre do Fusquinha escapou. Haja fanatismo!

9 de mar. de 2008

Aqui jaz um bom homem


Tenha um bom descanso no reino do Céu!

5 de mar. de 2008

Hoje é dia do Bahia!

Daqui a pouco, às 21h45, o tricolor de aço entra em campo contra o modesto Icasa, do Ceará, pela copa do Brasil. Precisando da vitória para se classificar para a próxima fase, uma coisa é certa, marcação não vai faltar. É só se defendendo e contando com uma sorte fora do comum no ataque que o time do treinador Paulo Comelli está na liderança do Baianão 2008. Que o senhor do Bonfim esteja conosco logo mais!

Foto: Diego Mascarenhas.

4 de mar. de 2008

Celular na veia


Essa é para aquelas pessoas que consideram o celular uma parte do corpo. Jim Mielke, do "Digital Tattoo Interface", apresentou o conceito de um celular no braço, que funciona à base de energia humana, ou seja, o sangue. A idéia, que ganhou destaque na Greener Gadgets Design Competition, realizada em fevereiro em Nova York, ajuda na detecção de alterações sangüíneas, alertando o dono quando registra um problema de saúde. A dúvida que fica é: quem terá coragem de tatuar o celular no corpo?

3 de mar. de 2008

Você sabe que está usando muito o computador quando…


…você diz para a sua esposa em uma loja no shopping: “Que tecido macio! Clica para ver…”.

2 de mar. de 2008

De frente para o mar

Foto: Diego Mascarenhas


Quer ter privacidade nas conversas pelo celular?


Essa é para quem está cansado de ter seus diálogos ao celular ouvidos por outras pessoas. Os americanos criaram um bloqueador que silencia os aparelhos de pessoas próximas. A invenção do designer australiano Robert Stadler foi batizada de Pentaphone e é apenas conceitual. Como o invento parece um casulo, pode ser usado em dias de chuva ou no carnaval como fantasia. O lema é esse : Tudo pela privacidade! Mas será que dá para usar?

1 de mar. de 2008

Será que as chuvas voltam?


Elas são bem vindas desde que num volume menor que o de ontem. Pelo menos o temporal trouxe um alívio: o possível racionamento de água, que poderia começar em abril, anunciado pela Embasa vai ficando mais distante.

Maneira São Pedro! Salvador não aguenta muito tempo de chuva!

Temporal deixa estragos na cidade

As chuvas que caíram na noite de quinta até a madrugada de sexta em Salvador deixaram marcas para muitas pessoas da cidade. O dia de ontem foi para contabilizar os prejuízos trazidos pela enxurrada. Pela manhã ainda se via nas principais vias da cidade carros abandonados, muita lama e árvores caídas. Metereologistas prevêem mais chuva até hoje, mas não na mesma quantidade do temporal de anteontem. Por vias das dúvidas, melhor cada um andar com sua bóia ou bote.

28 de fev. de 2008

Quem controla o acesso à informação?


O artigo "Os donos da informação" de Cláudio Weber Abramo publicado na Folha de São Paulo, na terça, trata de um tema bastante debatido e pouco aprofundado: Quem controla as informações sobre os gastos públicos no Brasil? Ultimamente, temos visto nas manchetes dos jornais impressos e na televisão denúncias de uso indevido do dinheiro público com os cartões corporativos, mecanismo criado justamente para que houvesse uma maior fiscalização sobre as despesas necessárias das autoridades.

O autor faz questionamentos sobre as estruturas de controle, justificativas para os gastos, a necessidade e a adequação dos bens e serviços adquiridos, e chega a conclusão que, "no Brasil, as condições de prevenção e controle são heterogêneas e geralmente precárias. "

O texto levanta uma questão importante que diz respeito ao cumprimento de dois príncipios básicos da democracia, a prestação de contas [accountability] e a publicidade. Muitos dados não são publicizados pelos governos federais, estaduais e municipais. Isso é facilmente notado quando acessamos os sítios dessas instituições e não há qualquer informação sobre a destinação dos recursos. Na verdade, não há nenhuma obrigatoriedade de o poder público fornecer esses dados. Abramo aponta esse fato como uma das maiores vulnerabilidades brasileiras.

Sem ter informação, os cidadãos não podem exercer o controle dos gastos públicos. Sem vigilância, a prestação de contas é mal feita e ficamos sem saber como foi usado o dinheiro público. Em termos de publicidade e accountability, o plano federal é o que apresenta melhores desempenhos, embora ainda esteja abaixo do desejável.

O órgão responsável pelo controle e fiscalização da aplicação dos recursos públicos do governo federal, a Controladoria Geral da União [CGU], embora tenha apresentando grandes avanços nos últimos anos, não possui autonomia política, ficando subordinada à presidência e aos ministérios. O artigo propõe uma desvinculação desse organismo da Presidência e sua transformação em instrumento de Estado, e não de governo.

Inspirado no exemplo nacional, o governador da Bahia, Jaques Wagner, encaminhou à Assembléia Legislativa o Projeto de Lei nº 4.485/2007 que propõe a criação da Controladoria Geral do Estado. Entretanto, esbarrará na mesma dificuldade da CGU, a falta de autonomia política. Como se trata ainda de um projeto, que será submetido a apreciação dos deputados, ainda há tempo para mudanças que proporcionariam uma maior efetividade do futuro órgão.

27 de fev. de 2008

Revista Lupa chega a sua quarta edição


Uma das poucas revistas impressas produzidas na capital baiana, a Lupa chega amanhã, à sua quarta edição. A revista é produzida por estudantes de Comunicação da UFBA e, nesse novo número, traz matérias que vão desde o universo da cultura pop japonesa até um olhar mais de perto sobre a vida de transformistas soteropolitanas. Distribuída gratuitamente, a publicação ganhou este ano uma dupla festa de lançamento, que tem tudo para agradar a gregos e troianos.

A última edição contou com matérias dos colaboradores fantasmas desse blog, Luana Assiz e Diego Mascarenhas, além de Juliana Sampaio e Renata Cerqueira, eventuais participantes desse blog. O lançamento do número 4 será em dois turnos. Pela manhã, na Faculdade de Comunicação da UFBA, onde, ao final, um grupo de Le Parkour irá mostrar um pouco da prática que vem ganhando cada vez mais adeptos no país, conforme demonstra uma das matérias da revista. Mais tarde, a comemoração não pára e mergulha noite adentro. Em uma festa aberta ao público, os leitores e colaboradores da Lupa poderão se divertir no Balcão Botequim (Rio Vermelho), a partir das 20h, onde a animação ficará por conta de uma boa música ao vivo.

Festa

O quê: Lançamento da revista Lupa # 4
Onde:Balcão Botequim - Rio vermelho
Quando:28/02/2008

26 de fev. de 2008

Internet ajuda no embate político em Cuba


Uma matéria de Laura Capriglione publicada hoje na Folha de São Paulo trata do uso da internet, principalmente os blogs, pelos opositores políticos do ex-presidente de Cuba Fidel Castro. Segundo o jornal, os donos dos blogs são pessoas nascidas entre a década de 70 e 80, período de forte presença soviética na Ilha, que escrevem off-line e só depois acessam cybercafés e realizam os posts.

Yoani Sánchez, proprietária do sítio Geração Y, o define como "um blog inspirado em gente como eu, com nomes que começam ou contêm ípsilon. Gente nascida na Cuba dos anos 70 e 80, marcados pelas escolas no campo [todos os secundaristas foram mandados para escolas rurais], os bonecos russos, as saídas ilegais e a frustração. Assim é que convido especialmente Yanisleidi, Yoandri, Yusimí, Yuniesky e outros que arrastam seus ípsilons para que me leiam e me escrevam."

Depois de 49 anos no poder, Fidel renunciou ao cargo de presidente da Ilha na semana passada. Isto provocou muita especulação com relação ao futuro político do país. Os opositores do regime de ex-presidente aproveitaram a ocasião para intensificar as críticas e propor novos rumos para a política no país. Assim, muitos deles viram a internet como uma ferramenta que potencializa a difusão das idéias, de forma barata e eficiente, além de servir como canal de comunicação entre o dono do blog e os internautas que compartilham ou não dos mesmos ideais.

Abaixo um trecho de um post do Blog Geração Y:

"Ontem, em seu discurso de posse, Raúl Castro disse pretender acabar com algumas gratuidades insustentáveis, referindo-se a itens da libreta de racionamento. A frase me mobiliza a lançar uma proposta. Troco as três libras de açúcar, os 3 kg mensais de arroz e o pacote de café que me dão no mercado racionado por uma dose de liberdade de expressão, alguns gramas de direito de associação, um par de colheres de livre opinião e até por uma porção pequenininha de possibilidade de decidir. Seria o que eu mais teria gostado de ouvir."

Notícia compartilhada com Cyberdemo.

Cadê a minha caloi?


Todos os dias, das 12 às 14 horas, na Avenida Tancredo Neves, na região do Iguatemi, em Salvador, ouvimos nas rádios ou vemos nas televisões a seguinte notícia: - O trânsito está intenso na região do Iguatemi e apresenta lentidão no sentido Centro-Paralela e Hospital Sarah. Nessas horas, bate uma saudade da velha bicicleta Barra Circular. Aí eu pergunto: Cadê a minha Caloi?

Retratos do carnaval



Enquanto uns correm desesperadamente atrás de um abadá, outros, exaustos, repousam em cima dele.

2 de nov. de 2007

Caixão com acesso à internet

Essa é uma homenagem ao dia de finados e para quem é fanático até a morte por tecnologia. O inventor filipino Antonio Andes apresentou um "caixão multimídia" que dispõe de um aparelho de vídeo conectado à Internet, de modo que os parentes e amigos do morto que estejam em outros países possam enviar suas condolências durante o velório.

Nessa espécie de videoconferência fúnebre, as pessoas conectadas podem ser também assistir à exições do retrato do morto, vídeos com cenas de sua vida ou algo que expresse os seus últimos desejos. Além disso, podem ouvir música e filmes para tornar menos pesada a cerimônia.

Segundo informa hoje o jornal The Philippines Star, Andes patenteou sua invenção no ano passado. Ele contou com um fundo de 500 mil pesos (US$ 114 mil) do Ministério de Ciência e Tecnologia.

Será que esse invento dará certo?

Com informações do Terra.

28 de out. de 2007

Relações internacionais: a profissão da hora

Danilo Azevedo, do Prosa Afiada

Ser um diplomata. É com esse objetivo que muitos jovens ingressam em cursos de Relações Internacionais (RI). Gabriel Cardozo (ver foto ao lado), 19, é um deles. Cursando o segundo semestre de RI na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o estudante baiano, há 8 meses na capital paulista, sonha em um dia chegar ao Itamaraty. “Sempre gostei muito de política. Vejo na diplomacia, uma oportunidade única de atuar internacionalmente em questões políticas de interesse do meu país.”

A diplomacia é apenas uma área de atuação do internacionalista, nome dado ao profissional de relações internacionais. “Por ser um curso recente, muitas pessoas não reconhecem as variadas ações que podem ser desenvolvidas pelo profissional de relações internacionais, que vão desde a análise de conjuntura político-econômica mundial para o comércio exterior à atuação em organizações não governamentais (ONG’s)”, afirma Soraya Pessino, coordenadora do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário da Bahia (FIB), e representante no Brasil, da Rede de Cidades Iberoamericanas (CIDEU).

No Brasil, segundo o Ministério da Educação (MEC), existem 95 Instituições de Ensino Superior (IES) que oferecem a graduação em Relações Internacionais. Destas, a única federal é a Universidade de Brasília (UnB). Na Bahia, apenas a FIB e a Faculdade Jorge Amado (FJA), ambas privadas, oferecem o curso.

Pensar global, agir local

A necessidade dos países e empresas em ter profissionais especializados e qualificados na análise de um ambiente político e econômico internacional globalizado, fez crescer a importância do trabalho dos internacionalistas. “Hoje, os Estados e as corporações estão mais susceptíveis à influências externas, elas precisam de um profissional que pense globalmente e aja localmente”, pontua Paloma Mayoral, professora e coordenadora do curso de Relações Internacionais da FJA.

As relações internacionais são uma atividade que exige do profissional uma abertura para campos de conhecimento variados, entre eles, a economia, a política, a sociologia, o direito e a administração. Além disso, dominar outros idiomas é indispensável para a profissão. Pelo seu caráter multidisciplinar e generalista, além da carreira diplomática, o internacionalista pode atuar no setor público, em empresas privadas, em organizações internacionais governamentais (OIG)ou não Governamentais (ONG) e no ensino. No mercado, os conhecimentos de relações internacionais são usados para gestão internacional, análise prospectiva e na gestão de projetos internacionais de desenvolvimento.

Na Bahia, e em Salvador, o mercado para as relações internacionais está em expansão. “A importância do papel crescente do município no cenário internacional aliado ao crescimento das atividades internacionais de pequenas empresas em todo o mundo, proporcionam ao internacionalista um campo vasto de trabalho, mesmo em cidades menores.”, diz Soraya Pessino.

Alexandre Guerra, 29, estudante do oitavo semestre da FIB, que trabalha numa multinacional na área de gestão ambiental, ressalta a importância da leitura para o internacionalista. “Um bom profissional precisa ser crítico em relação à atuação das empresas e do governo. É indispensável estar sempre informado sobre o que acontece no mundo”.

Além do estágio remunerado, o trabalho voluntário também é outra forma de adquirir experiência no mercado de trabalho. Muitas ONG’s disponibilizam vagas para os estudantes. Juliana Lima, 21, estudante do sexto semestre da FJA, participou como voluntária do projeto Simulador das Nações Unidas. “Nós (estudantes) devemos ter a responsabilidade de converter parte do que a gente recebe com a internacionalização para a comunidade, isso é compromisso social”.

Curso

A graduação em Relações Internacionais é multidisciplinar com formação ampla. Nos dois primeiros anos, estudam-se disciplinas que são a base teórica do curso, tais como história, economia, política e direito. Nos anos posteriores, o estudante tem um direcionamento profissional focado em matérias nas áreas de cooperação, diplomacia e comércio internacional. O curso tem duração de quatro anos. Para se formar, é necessário ainda provar o domínio de, no mínimo, um segundo idioma.

Segundo Carlos Milani, internacionalista, professor e Coordenador do Laboratório de Análise Política Mundial (LABMUNDO), da Universidade Federal da Bahia, o estudante de relações internacionais tem que estar aberto para o conhecimento de outras realidades culturais, econômicas e políticas – e também para o desenvolvimento da curiosidade lingüística. “O internacionalista precisa de uma abertura para o conhecimento enciclopédico, não especializado, mas sempre buscando associá-lo a algum tipo de expertise particular”.

Para saber mais:

- Das 95 instituições de ensino superior que oferecem o curso de RI no Brasil, apenas 5 são públicas.

- O preço da mensalidade do curso de RI, em Salvador, varia entre R$450 e R$707.

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Foto tirada de um celular Nokia 6265